Wellington Dias e Ibaneis Rocha discutem plano de vacinação contra a Covid-19

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Os governadores do Piauí, Wellington Dias, e do Distrito Federal, Ibaneis Rocha (MDB), discutiram em Brasília, na terça-feira (11),  a elaboração de um plano de vacinação da população contra o novo coronavírus, assim que a vacina esteja aprovada pelas autoridades de Saúde dos países que pesquisam essa nova  substância. A Organização Mundial da Saúde não precisa dar o aval para a vacina e os países não precisam de uma aprovação da OMS para aplicar vacinas em seus territórios.

De acordo com Wellington Dias, o objetivo é que as 27 unidades federativas, juntamente com os municípios e o governo federal, possam estabelecer um plano de ação de vacinação contra a Covid-19, com as vacinas que já estão em estágio avançado de certificação. O plano irá abordar desde a aquisição desta vacina, o processo de validação que passa pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até a aplicação, tendo como base experiências positivas que temos experienciado nos últimos anos, como no caso da Influenza.

Os chefes dos Executivos dos dois estados também discutiram a liberação de recursos anunciados pelo governo federal para o combate à pandemia de Covid-19 e que são indispensáveis  para o desenvolvimento de políticas de saúde pública até o final de 2020.

“É bom lembrar: a pandemia não acabou e a necessidade da manutenção de leitos de UTI continua. O governador Ibaneis me mostrava que, em Brasília, 79% dos leitos de terapia intensiva estão ocupados. No Piauí, são 55%. Ou seja, mantém-se um custo e há a necessidade de se ter aquela parte que foi vetada de R$ 8,6 bilhões”, concluiu Dias.

Antes do fim do encontro, os governadores trataram da tramitação do Projeto de Lei Complementar (PLP) 149/2019, denominado de Plano Mansueto, que foi modificado após entendimento entre o Congresso e o Palácio do Planalto.

O PLP tem por objetivo legislar o refinanciamento de dívidas de estados e municípios com a União. Os entes federativos buscam a desburocratização do setor de operações de crédito, em um momento em que o Brasil necessita aplicar investimentos para a retomada da economia nos próximos meses.

Fonte: CCom

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