Operação cumpre mandados de membros do PCC no Piauí e mais dez Estados

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O Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas do Ministério Público (GNCOC) e o Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), deflagraram, nesta terça-feira (28), a Operação Flashback II, prosseguindo no combate ao principal núcleo da facção criminosa Primeiro Comando da Capital (PCC). Nesta segunda fase da Operação Flashback, os mandados são cumpridos em Alagoas, Pernambuco, Ceará, Bahia, Paraíba, Piauí, Paraná, Mato Grosso do Sul, São Paulo e Minas Gerais. Participaram, de forma articulada, do cumprimento dos mandados, os Grupos de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECOs), as Polícias Civis e Militares dos respectivos Estados.No Piauí, foi cumprido um mandado de prisão temporária pelo crime de tráfico de drogas de F.W.S.A, nascido em 06/12/1999, já condenado por crime de Roubo no Piaui. Ele já cumpre pena na Penitenciária de Parnaíba desde dezembro de 2019 e é investigado por repassar informações aos demais integrantes da organização criminosa.Simultaneamente, a Polícia Federal (PF), através da sua Delegacia de Repressão a Entorpecentes também deflagrou operação contra o Primeiro Comando da Capital (PCC). A investigação que culminou na Operação Flashback II foi instaurada no GAECO/AL, a partir de relatório produzido pela Assessoria Integrada de Inteligência, da Secretaria de Segurança Pública do Estado de Alagoas (SSP/AL).Na totalidade, as forças integradas cumprem 212 mandados de busca e apreensão, e de prisão, distribuídos em 71 municípios, localizados em quatro regiões brasileiras. O propósito é de desarticular a nova composição da facção que tem base no Mato Grosso do Sul, de onde saem as ordens de justiçamento para todo Brasil.A região Nordeste é a que concentra o maior número de ações da operação, contabilizando oito estados e 179 mandados judiciais expedidos. As ações em Alagoas ocorrem em Maceió, que concentra o maior número de alvos, ao todo 80, e outros 11 municípios, totalizando 101 cumprimentos de mandados judiciais pelos agentes públicos.Fonte: MP/PI
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