Líder do prefeito acusa oposição de facilitar a invasão da Câmara

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A votação do reajuste salarial de 12,84% proposto para professores da rede municipal de ensino, muito criticada pela categoria por conta do parcelamento do reajuste em duas parcelas, como proposta na mensagem da Prefeitura Municipal de Teresina, ficou para terça-feira (17). Vereadores tiveram que deixar o Plenário temendo agressões. Computadores, teclados e mouses foram recolhidos para não serem depredados. A sessão foi suspensa e mais tarde encerrada pelo presidente da Câmara,  vereador Jeová Alencar (PSDB).

A líder do prefeito na Casa, vereadora Graça Amorim (Progressistas), admitiu não ver mais a possibilidade de aprovação do reajuste ainda no mês de março e consequente efetivação do pagamento ainda este mês. “Eu acho que era plausível fazer essa sessão hoje. Com a suspensão da votação eles irão só ‘esticar’ o problema, os manifestantes vão continuar nesta casa”, afirmou.

Mesmo vendo legitimidade na reivindicação dos manifestantes, Graça Amorim criticou a invasão do Plenário e a agressão a Teresinha Medeiros (PSL) por uma manifestante (já identificada e denunciada em Boletim de Ocorrência registrado pela vereadora).

“Eu não estou dizendo que eles não têm o direito de protestar, eles tem, é direito de toda e qualquer categoria de  protestar, mas o respeito aos parlamentares também é necessário. Nenhum vereador invadiu uma greve de professores para bater em nenhum, então eles não têm o direito de invadir a nossa casa para bater em vereador”, criticou Graça Amorim, após invasão dos manifestantes na Câmara Municipal.

Com informações do parlamentopiaui.com.br

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