Daniel França descarta alianças com partidos de esquerda e Bolsonaristas

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O médico Daniel França, recém-empossado presidente do Diretório Municipal do PSL em Teresina, afirmou nesta sexta-feira (3) que recebeu a missão de fortalecer o partido em Teresina e no interior do estado. Sobre as eleições de 2020, o presidente descartou alianças com partidos de esquerda e partidários do presidente Bolsonaro.

“A missão maior que recebi da direção nacional do PSL foi fazer o partido crescer em Teresina e no interior. O PSL é o segundo maior partido da Câmara dos Deputados. Então, é um partido de grande representatividade no Brasil. O que a executiva nacional neste momento é que o PSL assuma esse seu tamanho e essa dimensão em todos os lugares dos estados da federação”, explica.

Sobre alianças visando ao processo eleitoral em Teresina, Daniel França confirmou que vem mantendo diálogos com vários pré-candidatos a prefeito de Teresina.

“O prefeito Firmino Filho já me chamou pra conversar. O João Vicente Claudino me chamou para uma reunião. Já conversei com Dr. Pessoa. O Fábio Sérvio me chamou pra conversar e nós conversaremos. Então, eu estou ouvindo todas essas pessoas para que a gente possa decidir o que é melhor para o partido”, conta.

Daniel França descartou alianças com os partidos de esquerda e com partidários do presidente Jair Bolsonaro no Piauí.

“Não devemos fazer nenhum tipo de alianças com partidos de esquerda. Nós somos o partido que se opõe a todos os aspectos da esquerda, tanto filosóficos como econômicos”, ressalta.

Conforme Daniel França, o vereador Luis André, presidente Regional do PSL no Piauí, vem fazendo um bom trabalho à frente do partido.

“O Luis André fez um belíssimo trabalho dentro do PSL. Evidentemente dentro das possibilidades que ele tinha naquele momento. Ele organizou o partido. Participou do momento de explosão do partido, mas ele já estava dentro. Então, é uma pessoa que tem um trabalho prestado para o PSL”, frisa.

Daniel França rechaçou a presença de bolsonarista no partido, acrescentando que essas pessoas não terão legenda na agremiação.

“O pessoal que é aliancista, que é bolsonarista, claro, tem todo direito de sê-lo. Tem direito de expressar a sua opinião. Mas não faz parte do projeto do PSL nem da homogeneidade que a gente espera que o PSL tenha. Então, infelizmente, essas pessoas não terão legenda do PSL para concorrer a qualquer cargo quer seja”, finaliza.

Da Redação

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