HPM será Hospital Sentinela para o Coronavírus no Piauí

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O secretário de Estado da Saúde, Florentino Neto, se reuniu, na manhã desta quarta-feira (18), com o comandante da Polícia Militar, Lindomar Castilho, para tratar sobre a definição do Hospital da Polícia Militar como o hospital sentinela para receber casos da Covid-19, doença provocada pelo coronavírus. Durante a reunião, também estavam presentes o secretário de Segurança Pública, Fábio Abreu, o superintendente de Gestão da Rede de Média e Alta Complexidade, Alderico Tavares, e o infectologista e diretor do Hospital Natan Portella, José Noronha.

O secretário Florentino Neto destacou que a medida é fundamental para que a rede estadual evite que possíveis casos da doença se espalhem por unidades de toda a rede, além de trazer o incremento de leitos para a rede destinados para a situação atual e promover um reforço nas atividades do Natan Portella.

“Hoje, o HPM já está preparado para receber 10 leitos de UTI. Também faremos outras adaptações para que mais leitos sejam instalados na unidade. Essa é uma medida que, de acordo com nossas assessorias técnicas, era fundamental para deixar a rede estadual ainda mais preparada para receber casos da Covid-19”, disse o secretário.

Durante a reunião, ficou acertado que, enquanto o Natan Portella será o hospital de referência do Estado, o HPM será o hospital sentinela, uma unidade especifica para o tratamento da doença. Alderico Tavares informou que, em um primeiro momento, serão preparados dez leitos de UTI na unidade e dependendo da necessidade, novos leitos serão preparados.

“No HPM, nos possuímos a estrutura da UTI que iremos colocar para funcionar os dez leitos iniciais, bem como os apoios de diagnóstico, laboratório e tomografia. No decorrer dos próximos dias, mais leitos serão preparados e disponibilizados. É preciso destacar ainda que, primeiramente, o hospital Natan Portella e o HGV entrarão com mais leitos de UTI iniciais para casos de Covid-19. O HGV contará com 20 leitos e o Natan Portella dez leitos, devido à sua estrutura e distribuição de equipes médicas, além de andamento de obras”, explicou o superintendente.

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